ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE ASPECTOS POLUIDORES DEVIDOS À PRODUÇÃO ENERGÉTICA João Quintela de Brito
São admissíveis vários recursos energéticos ainda que uns e outros criem problemas específicos perante o meio ambiente. Os problemas suscitados por esta ou aquela forma de energia dependem também directa ou indirectamente do grau de apreciação por parte de pessoas ou entidades mais ou menos susceptibilizadas para de tal se aperceberem... Quando se construíram barragens para aproveitamento quer no domínio agrícola, quer para produção de energia eléctrica, pouco se terá ouvido falar dos inconvenientes de tal a curto e longo prazo para o meio ambiente. 0 Homem, na sua paciente mas inflexível conquista por novas e mais rentáveis fontes energéticas, vai aumentando entretanto o consumo de energia. Por sua vez tal como voltaremos a referir, a própria produção vai implicando uma agressão bem definida de início, nalguns casos, noutros pouco perceptível por ora, do meio ambiente. Por outro lado, a vide no sentido ampla e extensivo a todos os seres, requer condições de qualidade de ambiente que por sue vez se irão entrechocando com a maior procura de energia. Quem porventura, procurar, numa atitude de equilíbrio e de senso, proteger a Natureza, não poderá tomar uma atitude de profunda negatividade nem de euforismo incontrolado perante esta ou aquela medida proibitiva ou meramente restritiva. Ao proteccionista deverá importar outros sim, que desapareça a dicotomia entre o ecologista e o tecnologista. Do pessimismo de uns resultará a mais sabia ponderação de outros... Assim se hoje, por exemplo, podem parecer promitentes num futuro mais ou menos longínquo, as energias; eólica, geotérmica e solar etc., não é menos certo que elas estarão sempre sujeitas a condicionalismos específicos como as outras e a modificações interpretativas. A energia não nasce por si! Haverá sempre uma cedência, uma perturbação, uma alteração. Haverá sim que procurar ser-se objectivo e que do pessimismo controverso de uns não se passe ao optimismo incontrolado de outros...
Muito se tem falado em Portugal, mas sem esclarecimento prévio, dos graves inconvenientes deste ou daquele aprovisionamento energético. Não podemos tão pouco, encerrados numa eventual torre de marfim falar de cátedra e afirmar que para proteger o meio ambiente basta fazer moinhos ou transformar a energia solar em eléctrica, construir mais barragens etc., o problema é de facto mais complexo pois que às soluções não se subtrai a aquisição de tecnologias caras e tão diferenciadas. Nós em Portugal, não vivemos num planeta a parte e devemos ter consciência de que, para uma certa modalidade de aproveitamento energético, as consequências nocivas para o meio ambiente e obviamente para as populações, não advém de causes que se encerram com as fronteiras. Isto e, quer para esta ou aquela forma de energia, Portugal não está nem poderá estar isolado, quer nas consequências negativas quer nas eventualmente positives. Dissemos, anteriormente, que não vivemos isolados do Planeta. Assim, clarificando se possível melhor, podemos, por uma questão metodológica dizer que os inconvenientes de cause directa ou indirecta que referiremos neste trabalho ou eventualmente na sua continuação, são mais importantes relativamente a uma central energética quando consideramos os efeitos somados de varies que já existem nas proximidades dum outro Pais. Estão neste caso as centrais nucleares. Pare nós o problema parece surgir da não existência duma central, desconhecendo-se que no pais vizinho as há... já que tocamos no termo nuclear e dado que e de certo modo irreversível a não disseminação nuclear, nos seus múltiplos e facetados aspectos, ainda que programas fortuitos ou de ocasião endossem as atenções para fontes energéticas nalguns casos promissoras mas nem todas exequíveis a curto prazo o facto e, que numa atitude desapaixonada em que o homem deve ao prever, envidar todos os seus esforços para que o meio ambiente não seja afectado tão profundamente. Isto e devera antes do mais e no âmbito da Protecção da Natureza, pensar-se urgentemente numa investigação radioecológica bem coordenada e com a finalidade bem objective de ajudar a resolver problemas relacionados com a defesa do ambiente. Em linhas gerais podemos dizer que uma Central nuclear para alem dos problemas específicos, e ainda não convenientemente equacionados, resultantes do material residual radioactivo, sólido líquido e gasoso, que se desprende em condições normais e anómalas e que desejamos vir a abordar, põe outros, tais como a exposição da população em geral, em caso de acidente hipotético e exposição nas proximidades da central durante o funcionamento da mesma. Isto se considerarmos uma só central. No caso de mais teremos que, definido o conceito de vizinhança, considerar os efeitos somados tendo em vista os efeitos directos e as indirectas evolventes da exposição devidos a varies centrais nucleares. E finalmente, a exposição e suas consequências devidas a largo prazo, da população mundial e de todos os seres vivos aos efeitos negativos proveniente do ciclo nuclear total... Ainda que com uma certa imprecisão não podíamos deixar de abordar estes aspectos que são eventualmente as directrizes fundamentais para de uma maneira que cremes lógica vir a abordar o problema.
Deste modo não podemos em Portugal deixar de conhecer que atravessam Portugal alguns rios provenientes do Pais vizinho: E ai há centrais nucleares e outras em fase de licenciamento, algumas quase «namorando» as penedias e planícies portuguesas... não soprara porventura o vento também de Espanha? não corre o Tejo ate Lisboa? o Guadiana? o Douro? Isto é, num contexto muito de vizinhos, Portugal é beneficiado com os chamados malefícios e «prejudicado» com os eventuais benefícios (dado que de tempos a tempos tem de importar energia, não interessando nessa altura se e de origem nuclear...) e importa também mercê de condições específicas ligadas a sua geomorfologia material radioactivo.... A opinião pública está sensibilizada para o problema de certo modo angustiante da escassez energética. Sabe que há perigos e vantagens em certos aproveitamentos. Estou em crer que, no conjunto e quando se interroga, crê na electricidade produzida por via nuclear e na necessidade crescente de substituir o petróleo, reservando-o, se possível, para outras finalidades mais interessantes do ponto de vista de recurso final.... Dado que neste modesto trabalho temos como finalidade focar alguns dos aspectos graves duma degradação do meio ambiente, devido a desmedida procura energética, referiremos algo em paralelo entre duas modalidades de produção de energia, a nuclear e a térmica que condicionalismos de espaço e quiçá de eventual actividade na vida portuguesa, não nos permitem ir mais longe. Em nosso muito modesto entender, julgamos que, para além dum aproveitamento hidroeléctrico, tem interesse para Portugal, a energia eléctrica produzida por centrais térmicas alimentadas a carvão e a energia nuclear. (tal assim aliás admitimos até para podermos tecer algumas considerações comparativas, dado a que alguns poluentes, são qualitativamente comuns).
Suponhamos uma central térmica alimentada a carvão (admitimos este caso já que a escassez de petróleo e seus derivados aumenta), e uma a energia nuclear. Pelos considerandos bem actuais da escassez do petróleo e pela sua reserva para fins mais nobres, não se vislumbra, no meu espírito que a curto espaço de tempo se encontrem outras soluções. No entanto, e mesmo que tal não seja observável, voltamos a referir, que não desconhecemos as ridentes e discutíveis formas de energia, alguns até muito dependentes do petróleo como aliás são as nossas centrais térmicas... e que até não julgamos descabido um maior estudo sobre um aproveitamento integral hidroeléctrico, com um estudo bem elaborado sobre o envenenamento das albufeiras das «barragens», assunto que parece se desconhecer entre nós!
Na luta obstinada pela conquista energética (e considerando só os casos que escolhemos há pouco) o problema põe-se, por questão de esquematização, logo na extracção dos combustíveis. A comparação só será exequível tendo em base, trabalhadores acidentados, feridos e mortos, horas de trabalho perdidas como consequência directa e doenças profissionais ocasionando causas indirectas de minimização da rentabilidade. Isto a somar-se ao ataque directo e indirecto ao meio ambiente, que por sua vez se reflectirá de acordo com o referido anteriormente. Em estudos feitos no estrangeiro verificou-se que, na extracção do carvão e consequente transporte, tais valores, eram bastante superiores aos referidos para a extracção do urânio e parte do posterior tratamento. Estes não ganham contudo grande acuidade, porquanto não são corrigidos relativamente a quantidade de energia libertada por um e por outro combustível, nem os perigos em nosso modesto entender poderão ser sujeitos ao mesmo critério de apreciação.... Ainda que seja nosso intento referir algo comparativo mais, a nossa finalidade não é sobrevalorizar as centrais nucleares mas focalizar os inconvenientes para uma maior e mais adequada concepção no planeamento das centrais energéticas, sobretudo nucleares. Quando se fala numa central térmica, e se o combustível for o carvão, parece à primeira vista que o risco para o mineiro nada tem de radioactivo. Tal assim não é pois que em estudos realizados em vários Países se concluiu que o pulmão do mineiro é agredido devido ao carbono radioactivo. Relativamente ao carvão crê-se que é fundamentalmente a peneumoconiose a doença mais significativa. No que diz respeito ao urânio outras há para além da pneumoconiose como seja não só e em termos significativos, a agressão radioactiva ao pulmão, rins, ossos, etc., como aliás do corpo inteiro. 0 problema é contudo bem mais complicado, não se deixando de prever que num caso e noutros haverá características modificantes de riscos (situações acidentais por exemplo). 0 problema da contaminação do meio ambiente começa a alarmar de facto a humanidade. Para além dum índice demográfico que parece ser excessivo, a evolução própria criou, com a urbanização em larga escala e a industrialização massiça a ideia gigante de que surgiu de facto a contaminação em sentido lato, do meio ambiente. A questão de prevenir é para alguns melindrosa e além de depender de dados científicos, políticos e económicos, encontra por vezes interesses opostos, na sua resolução. Podemos contudo dizer que sem poluição não há energia, e que esta dá origem áquela... Todas as fontes energéticas ou poluem directa, ou indirectamente o ambiente. Sucede todavia que a tecnologia de medida de material radioactivo teve um incremento que hoje começa já a ter paralelo na medida e detecção e controlo de todos os contaminantes ambientais, usando-se em muitos casos técnicas nucleares... Se é facto que se pode determinar este ou aquele elemento radioactivo natural ou artificial, com maior ou menor dificuldade, dependendo do tipo mais ou menos sofisticado do material de detecção, não é menos certo que, não há muito, as concentrações baixas de elementos contaminantes tipos como convencionais, não permitia a sua detecção, ainda que os mesmos não deixem de ser bastante nocivos. Hoje os métodos nucleares de análise, mercê da sua elevada sensibilidade, permitem determinar traços de elementos radioactivos ou não, possibilitando o estudo e o controlo do ambiente. Assim parece que graças a novas técnicas, podemos vir a afirmar se existe este ou aquele poluente, proveniente deste ou daquele tipo de central energética. Uma coisa é certa e já que vem no seguimento da linha de ideias. As centrais térmicas e nucleares poluem No caso de centrais térmicas teremos preferencialmente, calor e produtos não radioactivo (os produtos radioactivos eventualmente libertados, não constituem objecto deste trabalho). No caso de centrais nucleares teremos fundamentalmente calor e produtos radioactivos. No caso duma central térmica podemos citar, entre outros os seguintes poluentes: Dióxidos, de carbono, enxofre e partículas sólidas de etiologia diversa. Referi remos a poluição térmica no que diz respeito a estas centrais, em paralelo, mais adiante, com as nucleares. As quantidades, de dióxido de carbono lançadas para o ambiente são muito significativas e criam problemas a certo e longo prazo. No que diz respeito ao enxofre uma quantidade bastante significativa dos seus óxidos é libertada pela combustão presente no carvão. Para além da agressão específica do enxofre simples ou compostos seus derivados, os óxidos deste elemento, dão origem, mediante processos mediatos ou imediatos com a água a ácidos que são bastante perigosos e dotados de grande nocividade directa ou indirecta para todo o meio ambiente natural. Para além destes poluentes de certo modo diferenciados, não obstante outros haver, e de bem ponderosa preocupação para um futuro que poderá não ser tão longínquo há que considerar que aquando da combustão do carvão se formam partículas sólidas arrastadas pelos fumos. Se é facto que tal se começa a minimizar com a utilização de tecnologias modernas (e aí está a nossa preocupação do equilíbrio entre o ecologista e o tecnologista) não podemos deixar de afirmar que são as partículas mais pequenas as de mais difícil separação não obstante todas as mais sofisticadas tecnologias aplicáveis... as que oferecem um maior grau de perigosidade devido entre outros considerandos de difícil inserção neste modesto artigo, ao maior índice de retenção nos pulmões dos animais entre os quais se encontra o homem, e na penetração nos solos e eventual metabolização por parte dos seres vivos que fecham a cadeia alimentar humana. Dado que a escassez do espaço não nos permite ir de momento mais longe, passaremos a referir algo no que diz respeito as centrais nucleares. Para além da perturbação de índole térmica, a energia nuclear requer uma tecnologia dinâmica complicada, sobretudo no que diz respeito a uma administração de resíduos radioactivos que convirá desde já referir que não é nem será só comum a uma central nuclear, mas sim a toda a aplicação de material radioactivo, a que Portugal não tem estado alheio.... Voltemos um pouco atrás relativamente à poluição térmica podemos dizer que actualmente para certo tipo de centrais nucleares equivalentes a centrais ditas térmicas ela poderá ser encarada como da mesma ordem de grandeza ou até nalguns casos inferior. Os problemas contudo postos, ainda que possam vir a ser minimizados são comuns em linhas gerais, pois que a temperatura é um factor de acentuada importância no comportamento dos organismos e consequente estrutura dos ecossistemas. 0 aumento da temperatura fez com que outros factores em conjunção, tais como salinidade, quantidade de gases e sais dissolvidos sofram variações com consequência para os seres vivos o que é dizer para o ambiente. É certo que os chamados circuitos de descarga térmica das centrais vão melhorando o que pressupõe que os efeitos serão minimizados. E isto será comum às centrais produtoras de energia que estamos a considerar. E bem difícil, num artigo tão modesto como este, talharem-se as grandes linhas dum trabalho que queremos vir a realizar. Vamos fazer uma referência à dispersão dos efluentes radioactivos no meio ambiente e alguns mecanismos de transferência de certos poluentes. Uma central nuclear polui, alias como todas as outras. Os poluentes ainda que sujeitos a uma técnica mais ou menos sofisticada, acabam por directa ou indirectamente, em maior ou menor quantidade, atingir o exterior da central, o que e dizer, agredir como outras fontes energéticas o meio ambiente... Se são gases são rejeitados para a atmosfera. terão o seu comportamento de acordo com os parâmetros meteorológicos e as suas propriedades físico-químicas. Os resíduos líquidos serão rejeitados para a água (rios, mares, etc...) Os sólidos terão de ser sujeitos a uma criteriosa administração e constituem, como os outros uma grande e grave preocupação que se torna crescente. Se há vários tipos de reactores nucleares comerciáveis, e aí, quiçá começa para outros que não os proteccionistas o seu problema... Para nós o problema é contudo o da Protecção do Meio Ambiente. Assim vamos focar alguns aspectos que para nós, proteccionistas, terão pela sua generalidade, interesse dado tratar-se dum trabalho destinado a pessoas motivadas para a protecção e preservação da Natureza. Abordámos aquando das centrais térmicas a produção de enxofre e focámos alguns inconvenientes que o mesmo e seus compostos criam para o meio ambiente. Em reactores nucleares o enxofre radioactivo produzido advêm quer do enxofre quer do cloro que ocorrem como impurezas nos óleos de lubrificação, no gás de arrefecimento (quando se trata de um reactor arrefecido a gás) e no moderador de grafite, do qual o enxofre radioactivo pode ser libertado pela corrosão da grafite. Há pois toda uma possibilidade do enxofre assim formado ser libertado para o exterior, na forma inorgânica, sendo posteriormente metabolizado pelos seres vivos. 0 enxofre aparece depois de processos de metabolização nos aminoácidos e nos coenzimas acabando por atingir o Homem. Há pois todo um mecanismo de transferência que urgirá controlar, até porque a alimentação base ou mais adequada para as crianças é muito rica em aminoácidos. São vários os elementos radioactivos que se libertam do funcionamento duma central nuclear e seria exaustivo referir a grande maioria. Assim e para não nos alongarmos muito vamos citar só mais dois: O Crómio-51 e variedades isotópicas do iodo. O Crómio-51 aparece no meio ambiente quer a partir de sais dissolvidos após uma explosão atómica submarina, quer nos produtos de rejeição de centrais nucleares. (os anticorrosivos utilizados nas centrais nucleares são ricos em cromato de sódio o qual sofrendo activação dá origem ao Crómio-51. Tem-se verificado que em locais muito longe de uma central nuclear, nas águas dos rios e nos mares se tem detectado este elemento... Directa ou indirectamente, ainda que em quantidades muito baixas o Crómio 51, acaba por atingir o homem, pois que se fixa preferencialmente em vários seres vivos, entre os quais citamos, as enguias, os moluscos, as ostras, etc., e posteriormente (e investigações já realizadas demonstram tal) tem sido detectado em aves, em zonas bastante mais afastadas. Dai o admitir-se que até a própria enguia poderá, entre outros seres vivos, ser o veículo responsável pela disseminação do crómio radioactivo; isto se atendermos à sua biogeografia! Para finalizar vamos falar dum dos poluentes radioactivos, dos mais conhecidos da maioria das pessoas. Os iodos radioactivos são entre outros, os que maior preocupação oferecem no que diz respeito ao modo como eles podem actuar directa ou indirectamente nalguns seres vivos e finalmente sobre o homem. No seu mecanismo de actuação indirecta o iodo ao ser libertado pelas centrais nucleares e após sofrer fenómenos de deposição e de consequente metabolização, por parte de elementos que constituem partes integrantes da cadeia alimentar humana (ar, erva, gado, leite...) acaba por ser incorporado no corpo humano e adsorvido na tiróide. CONCLUSÃO A produção energética e o seu eufórico emprego, nem sempre ligado a necessidades básicas, levou necessariamente, a proliferação de certo tipo de indústrias que, produzindo materiais de indiscutível interesse para a Humanidade, suscitaram pelo seu uso imoderado problemas de incidência bem directa no meio ambiente, tais como plásticos, insecticidas, desodorizantes, etc. Da problemática energética há algo de muito angustiante. De mais energia o homem de hoje dispõe que o de ontem, mas certamente também vai ficando cada vez mais ansioso dado que constata que vai destruindo a Natureza e à medida que a comunidade humana aumenta, mais aumentarão os problemas emergentes da conquista energética e da satisfação das necessidades vitais e secundárias. Assim, compete ao homem velar pelo equilíbrio natural que garanta um meio ambiente são para todos os seres vivos. Ele o conseguirá certamente da conjunção dos esforços, na demanda de mais energia e no de maior trabalho de Protecção da Natureza.
(Todos estes trabalhos estão a ser recuperados por reconhecimento óptico, pelo que pedimos desculpa de algumas anomalias ainda verificadas. A inserção de fotografias é recente, Setembro de 2009, e foram obtidas, com a devida vénia da Wikipédia. JQB) |
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