INÍCIO

APONTAMENTOS

Por J. Quintela de Brito

2009


Não há muito tempo tive a oportunidade de evitar um incidente com inevitáveis consequências, dada  a “litracia” observável entre nós no campo doméstico-científico.

Convém referir desde já que é apavorante a divulgação do pseudo conceito e "proliferação de pilhas recarregáveis". Vai -se a uma loja qualquer, poderá suceder se o dono ou empregado tiver conhecimentos, se tiver uma certa cultura emergente dum ensino que não compactuava com pretensos neologismos, que o mercado quanto a eles, determina, emenda a pessoa e diz, não há pilhas recarregáveis! Sucede também o contrário por vezes e até recentemente quando tive conhecimento de facto de que estavam à venda " carregadores de pilhas", alguém que estava a fazer a divulgação referiu-me ter um Msc, insistindo que o "Kit" (que eu vi e que acabei por comprar, e cuja embalajem é o fundo desta subpágina, para ir alinhavando uma certa revolta, era um carregador de pilhas). Tentei explicar-lhe respondeu-me "É o mercado"!

(Nota: A embalagem é tão feia que irei inserir uma imagem pequena para dar uma idéia.)

Voltemos (17 de Setembro)

Como referi tentei explicar-lhes, chegando a dizer que como professor que fui de Quimica Geral, do Curso de Auxiliar de Laboratório Químico, entre outras disciplinas, reprovava-o certamente... Retorquiu-me que era o mercado...Como nós estamos!

Há todavia urgência de se fazer a diferenciação adequada entre pilha e acumulador.

Voltemos à história como a comecei. Alguém com um desses telefones portáteis, hoje muito generalizados tinha ido comprar pilhas para substituir os acumuladores originais que tinham chegado ao fim de vida útil...

Eu observei e de imediato chamei a atenção de que não podiam fazer isso, porquanto uma pilha, duma maneira singela, é um dispositivo que transforma energia química em energia eléctria, mas que todavia a recíproca não era verdadeira.

Um acumulador, pelo contrario é um dispositivo em que no processo dito de descarga, a energia química é trsformada em energia eléctria, e que no processo de carga há transformação de energia eléctrica em energia química.

Por isso um motor de combustão interna, tem uma bateria de acumuladores. Bateria, é um galicismo, tem vários significados, desde trem de cozinha, conjunto de condensadores eléctricos, de elementos de pilha ou de acumuladores ligados em série ou em paralelo e usado como única unidade.

Quando se aplica corrente electrica a uma pilha, poderá provocar-se uma explosão de consequências imprevisíveis.

É urgente recomeçar-se a ser rigoroso, nos conceitos, sobretudo quando se "namora" o perigo de modo muito inconciente.

O que é facto é que comprei um "carregador de pilhas". Comprei para poder começar a alinhavar algumas linhas poi não acreditáva que tal engenho "existise"!

De facto " existe", o que é muito grave, em termos sobretudo formativos! Faz-me lembrar o uso abusivo, que está na moda de certos letrados, de toxicidade a produtos financeiros... Lá que se morre , morre-se mas creio que é tempo de se começar a pensar que um produto tócico não é o que se está a transmitir à Sociedade!

Não se deve pretender desviar o significado das palavras e muito menos os conceitos emergentes das mesmas. A este propósito "A toxicologia é a ciência que se ocupa dos venenos, das suas propriedades, do seu modo de ação, da sua pesquisa e dos processos que permitem combater a sua acção nociva....."

(Continua)

Dia 14 de Setembro de 2009

(Continua)

10 de Julho 3011

A situação na Europa ir-se-á degradando. Infelizmente, creio que se começou a "tentativa " da União pelo telhado. Admito que a moeda única deveria ser a última etapa para o continente que ao contrário do que se admite vai forjando novos movimentos de cariz nacionalista, no mau sentido. Quando e já lá vão muitos anos o meu estimado Professor Pacheco de Amorim, salientava o que todos nós na prática e no conhecimento do dia a dia, vamos aprendendo de que . núcleos industrializados chamariam a si todo o "escol" de técnicos qualificados, ficado a zona pobre, mais pobre e a aproximar-se do deserto...

10/7 às 19:28

Todas as reformas observáveis tendentes a minmizar estruturas anquisoladas e comprometidas com determinados vetores sócio-económicos serão todas bem vindas.

A situação na Europa ir-se-á degradando. Infelizmente, creio que se começou a "tentativa " da União pelo telhado. Admito que a moeda única deveria ser a última etapa para o continente que ao contrário do que se admite vai forjando novos mov...imentos de cariz nacionalista, no mau sentido. Quando e já lá vão muitos anos o meu estimado Professor Pacheco de Amorim, salientava o que todos nós na prática e no conhecimento do dia a dia, vamos aprendendo. Núcleos industrializados chamariam a si todo o "escol" de técnicos qualificados, ficado a zona pobre, mais pobre e a aproximar-se do deserto...Ver mais

Dia 13 de Julho de 2011

Seria interessante que em programas televisivos onde supostamente se discutem problemas sobre as radiações não ionizantes, mormente sobre telemóveis, os intervenientes pudessem abordar os temas sobre a proteção contra radiações não ionizantes.

Dia 14 de Julho de 2011 pelas 19h-30min

Esta notícia no meu muito modesto ponto de vista deveria ter tido uma difusão maior, aproveitando-se até para se tecerem considerações que contribuiriam para um esclarecimento e divulgação de actividades muito importantes. Admitindo se haverá socorrência de infrassons, interessa salientar, que não obstante serem de natureza mecânica e não electromagnética, como sucede também com os ultrassons, eles são por nós encarados como partes integrantes das radiações não ionizantes, para efeitos de Proteção Contra Radiações.

20h-14min do dia 14 de Julho

Creio que a partir desta data, ficamos a saber que teremos Colegas habilitados, dada a área específica em que trabalham a colaborar com a SPPCR, no domínio dos infrassons.

Dia 16 de Julho

Creio ter sonhado que num País irreal, onde brevemente a moda das calças curtas para os homens, deverá pegar, e que nesse País se começará uma batalha económica, onde se irá "impôr " o não uso da gravata minimizando o gasto energético isto é diminuindo a fatura a pagar...e que às calças curtas se irá juntar camisas sem colarinho e meias mangas.

É curioso começar-se pela gravata. Dá a impressão que se está com medo de se enforquem...com as gravatas.

"A palavra gravata é originária da palavra do idioma sérvio-croata hrvat, que por sua vez saiu do alemão Kravat, que finalmente saiu do francês cravate. Em francês, cravate significa gravata e também croata, devido a uma tira de pano que os soldados croatas (mercenários do Exército francês) usavam, amarrada ao pescoço, no século XVII. "

Para além do simbolismo que alguns atribuem ao uso da gravata e que outros vêm no seu uso uma reminiscência à homenagem a Lorde Nelson, nunca creio se proibiu o uso da gravata, nem creio que seja um bom agasalho.

Faço sinceros votos que a paragem de sistemas de ventilação, que encaminhará a uma não manutenção racional dos sistemas, não venha a contribuir para a difusão de certas enfermidades respiratórias.

VENTILAÇÃO

(Continua)

23 de Julho de 2011

A Miguel Torga:

Relembro-me todos os dias, quando entrava no elétrico da carreira número 4, ao fundo da Avº Dias da Silva, encontrar sentado no banco transversal, Miguel Torga. Os automóveis eram raros em Coimbra, mas creio que ele preferia ir sempre no seu electrico para o seu consultório...

Miguel Torga, convém evocar, foi durante muitos anos o editor dos seus próprios livros...Isto por si talvez constitua uma ponta para se levantar o véu porque nunca recebeu o Prémio Nobel...

Este Médico simples, só começou no meu muito modesto ponto de vista, a ser de certo modo distinguido entre nós a partir de 1976, mercê talvez duma certa dinâmica social que se começou a observar, quando foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist. Quatro anos mais tarde em 1980 recebe o Prémio Morgado de Mateus .

Um ano maistarde a Alemanha distingue-o com o Prémio Montaigne.

Só em 1989 viria a ser distinguido com o Prémio Camões vindo em 1992, a ser considerado Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira e a ser distinguido com os Prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores

Era Paulo Quintela, um outro ilustre transmontano, um dos grandes amigos se assim se pode dizer, que tive em Coimbra. Eu era estudante de Ciências, mas ia estudar para o Bar da Faculdade de Letras, na altura gerido pelo Sr. Gonçalves.

Sentava-me e revivo na velhice, na mesa, onde Paulo Quintela, Lopes de Almeida, Bairrão Oleiro, Wthicomb(?), e outros ilustres de que de momento não me lembro o nome, onde passado o intervalo, voltava a estudar e os Mestres iam dar as suas aulas.

A propósito de Paulo Quintela que o vi pela última vez aquando duma Homenagem que houve no Liceu Camões, na década de oitenta do século passado, conto um pequeno mas interessante episódio que sucedeu comigo em Munique onde em 1971 participei num Congresso sobre "Rapid Methods for Measuring Radioactivity in the Environment",organizado pelo Governo da República Federal da Alemanha em cooperação com a"Gesellschaft fur Strahlen-und Umweltforschung mbh Munchen",

A Deutsche Welle no Congresso referido quiz entrevistar-me em Inglês. Terei respondido que só falaria em Português...Os Senhores retiraram-se mas passado algum tempo entenderam acordar em que falasse em Português, "considerando" a Colónia de Portugueses que havia na Alemanha.

Antes dos considerandos emergentes da etiologia do Congresso, fizeram-me algumas perguntas um pouco embaraçosas.

Insistiram na pergunta o que é que eu era ao Professor Paulo Quintela! Terei respondido que eramos amigos, não propriamente teci considerandos sobre eventualidade, de sermos familiares, até porque um dia na Faculdade de Letras teríamos falado no assunto e havia uma certa imprecisão.

Insistiram todavia porque sendo Portugal tão pequeno porque é que não éramos familiares. Não me lembro da resposta imediata que dei, porque fizeram uma outra mais embaraçosa, "porque é que eu era Fausto?". respondi-lhes de acordo com o que sabia relativamente à escolha de Fausto. Então voltaram a insistir como é que o Sr é Quintela, tem o nome de Fausto e não é nada ao Professor Paulo Quintela?

A explicação veio a seguir e de imediato:

Paulo Quintela como sabemos era um reputado universitário que muito dera de si à Cultura Germânica. O nome dele, comum ao meu, fizera, dado a estar-se num Congresso de grande importância, que insistissem para ser entrevistado em Português. Nessa altura já Paulo Quintela tinha recebido uma medalha do Instituto Goethe de Munique, a de prata, para mais tarde vir a receber a de ouro! Ora "Fausto" de Goethe tinha sido traduzido pelo Professor Paulo Quintela.

Dia 27 de Julho

O problema é no meu ponto de vista muito mais profundo e só na superficialidade se poderá considerar o problema europeu disjunto do americano. Os dois problemas são solidários e estão a convergir. O patamar da Civilização Ocidental está prestes a findar e se não se resolverem ou modificarem os paradigmas, a curva começará a decrescer primeiro lentamente, mas depois sofrerá uma grande inflexção. O Professor Medina Carreira analisa uma situação que se está a desenrolar com uma velocidade mais elevada do que se poderia supôr.

A Europa como se apresenta começou muito mal. A moeda única foi um erro de consequências que se estão a desenrolar com uma velocidade muito elevada. Deveria já que criaram a moeda única, ter-se considerado toda a organicicidade que tal impõe.

A agravar tudo isto alguns europeus e os seus "ex-colonos" os americanos, esqueceram-se que o complemento geopolítico da Europa é a África. O seu abandono, como um "Senhor" que despede o escravo, foi uma via irreversível para o velho continente. Ainda que certos Países europeus estejam a tentar um regresso sem saída!

A África foi abandonada depois de sériamente abalada.

Sabia-se, quem tivesse um pouco de Cultura Política, que após a saída das potências ditas "colonizadoras", a América a União Soviética, a China e o Panmulssumalismo iriam integrar-se na África. Com a dissolução da União Soviética o desiquilíbrio aumentou...

Agora (25 de Agosto) o fogo que começou no norte de África vai infelizmente alastrar e a onda irá varrer desde o Mediterrâneo ao Pacífico e havera um incremento de instabilidade e de divergência religiosa.

A invasão do Iraque, e não guerra como alguns políticos teimam em referir irá ser o Prelúdio dum Guerra!

João Quintela de Brito

Medina Carreira que creio ter conhecido quando se dedicava á Engenharia tem necessariamente a Cultura dos estudiosos cujo âmbito varre todas as áreas do conhecimento. Vê-se isso pela profundidade com que analisa os facto sociais.

Dia 28 de Julho

Há já vários anos que edito uma revista, melhor sou o seu Diretor.

O número que ontém me foi entregue, que em princípio devia agradar-me, trouxe-me só aborrecimentos...

 

Domingo às 23h-56min

Estimado Professor Marcelo Rebelo de Sousa, se a antítese histórica da República é a Monarquia, sabemos que certos regimens republicanos são ou foram mais autocráticos do que certas monarquias. Caso do regime anterior relativamente ao Reino Unido. Todavia custa-me, e não tendo sido um grande admirador do regime anterior ouvi-lo duma... maneira geral referir-se à Ditadura...Hoje creio que aplicou o termo Governo autoritário, salvo erro. Creio que foi, se me permite, mais preciso senão até mais justo. É até uma justiça aos governantes honestos do passado, e foram muitos...O seu saudoso Pai, por exemplo, que tive o previlégio de conhecer,o Professor Adriano Moreira e muitos outros. Com estima pessoal.

Dia 11 de Agosto de 2012

A expressão enraizou-se com este sentido na linguagem portuguesa comum sem que a maior parte dos que a pronunciamos nos interroguemos sobre a origem e a razão de ser de tal anátema arremessado sem qualquer piedade sobre Peniche e os penichenses.

Quando foi a construção da barragem do Alqueva, fiquei seriamente incomodado com a nossa inadequada, segundo o meu ponto de vista, "filosofia" da rega alentejana. A tal ponto que não achei credível que ela se viesse a observar, senão como a...tração turística. Agora ainda não refeito, aquando da ida ao Brasil em Maio, alguém me disse no avião que a TAP, iria porporcionar a ida da IBERIA às antigas províncias ultramarinas e mormente ao Brasil...Boa visão, a dos Portugueses!Ver mais

A partir do dia que se aplicou o conceito de toxicidade à Economia, parece que se espera pelo efeito tóxico! Reveja-se todo o conceito inadequado, pois só denota falta de preparação adequada.

 

Que ainda não agradeci a todos quantos se têm dignado estabelecer ainda que de modo indireto contacto comigo. Assim apelo para a vossa inestimável amabilidade e compreensão de só agora o estar a fazer. Bem hajam! Formulo votos sinceros de que a vossa anuição seja em prole do superior bem comum.

Estimado Professor:Creio que o seu comentário adquirirá uma velocidade muito muito elevada na eventual difusão e atingirá uma camada mais significativa à medida que o peso de cada uma das suas palavras for devidamente apercebido, para além da imagem emergente da homofonia e da real percepção de que houve alguém que não tinha nada a transmitir.

A vida humana, dia após dia demanda cada vez mais energia não para matar a fome de quem a tem, mas para produzir bens, na maior parte das vezes supérfulos. Ora o consumismo dado a que os paradígmas não se alteraram, muito pelo contrário, aliado a necessidades básicas necessita duma maior produção energética. Não há "moinho de vento" ou barragem ou Sol que resolva a procura energética...Então irá continuar-se a produzir energia...

25 de Agosto de 2011

O Professor Adelino Maltez, é de facto um cidadão, bem atento aos valores que vão forjando a nossa identidade. Foi muito importante recordar Manuel Fernandes Tomás, como aliás todo o Português que doou de si à Pátria e à Nação." Esta figura do liberalismo português vintista foi um dos fundadores do Sinédrio e um dos principais mentores da Revolução de 1820. Magistrado e legislador de profissão, foi escolhido como vogal da Junta Provisional de Governo do Reino em 1820. Deputado e Presidente das Cortes Constituintes e detentor das pastas do Reino e da Fazenda em 1821, Manuel Fernandes Tomás integrou, entre outras, a comissão encarregada de elaborar as bases da Constituição jurada por D. João VI.
A sua actividade como parlamentar destaca-se como das mais produtivas da história do parlamentarismo português, nele inscrevendo novas referências jurídicas e constitucionais. São de sua autoria os célebres Manifesto da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino aos Portugueses e o Relatório acerca do Estado Publico de Portugal.
Na Oração Fúnebre de Manuel Fernandes Tomás, Almeida Garrett elege-o como "o patriarcha da regeneração portugueza."
Almeida Garrett foi clarividente

Nota solta:

Numa povoação qualquer, dum País qualquer, um cidadão qualquer, estacionou o seu carro devidamente...

Entretanto os (creio que ) serviços camarários desse sítio qualquer, vieram abrir um buraco, para admite-se, fazerem uma reparação...qualquer!

Ora nessa povoação qualquer, não podia depois do buraco

aberto passar outra viatura. Nessa terra qualquer e chamada a Polícia, quiz a mesma rebocar o carro que estava estacionado devidamente... Não o conseguindo, autuou o proprietário da viatura que por ter uma idade não qualquer, foi obrigado a pagar a multa pois ...é assim que se resolvem os problemas "quaisqueres"

João Quintela de Brito:

Pretendo Homenagear todos os Colegas e alunos e alunas do Curso de Química, que partilharam nos anos 60 do século passado os anseios dum País mais Culto e mais justo!

A Prodessora Matilde Rosa Araújo que mau grado nosso só foi recordada como grande escritora que o foi e o é para todo o sempre, foi uma Professora que todos os nossos Antigos Alunos e Alunas e nós Colegas recordamos com saudade. Ao seu lado está também a não menos saudosa Taurina Zuzarte, que como Médica, integrava o conjunto valoroso dos Professores.

ALUNOS E PROFESSORES DA FONSECA NENEVIDES

    DIA 10 Setembro de 2011

    Última Lição de José Guilherme Cunha-Vaz, docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, 4 de Junho às 12h00

    Data de publicação:03-06-2008 15:31

    "A Última Lição de José Guilherme Cunha-Vaz, docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), vai ser dada no dia 4 de Junho, pelas 12h00, no Auditório Principal dos Hospitais da Universidade de Coimbra.

    José Guilherme Cunha-Vaz é professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, director do serviço de Oftalmologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra, presidente do Conselho de Administração da Associação para Investigação Biomédica e Inovação em Luz e Imagem (AIBILI) e coordenador da Rede Europeia de Centros de Excelência de Ensaios Clínicos do Instituto Europeu da Visão. Foi presidente do Instituto Biomédico de Investigação da Luz e Imagem (IBILI) da FMUC e, durante vários, presidente do Conselho Directivo desta Faculdade.

    Em 2007, José Guilherme Cunha-Vaz recebeu a Medalha Helmholtz, prémio da Sociedade Europeia de Oftalmologia, pela sua carreira científica, e foi distinguido pelo Presidente da República com a Ordem do Infante D. Henrique."

Tokyo (CNN) – Working at the weekend in sweltering offices and meager use of electrical devices in a country known for its gadgets: This is the new reality in Japan.
    Os paradigmas já deveriam ter mudado. Não vejo diferença entre o homem e a avestruz. Ambos escondem a cabeça na areia. Nada ainda mudou, e é verdadeiramente impossível continuar-se num consumismo exagerando que cada vez mais, mais energia demanda e vai esgotando todas as eventuais reservas naturais. A Terra é de todos os seres...
  • João Quintela de Brito says:Your comment is awaiting moderation.

    Exmos Senhores:
    A Sociedade Portuguesa de Proteção Contra Radiações, em parceria com a sua homóloga brasileira, Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica, dado a serem por ora, as únicas Sociedades Científicas de Expressão Portuguesa afiliadas na IRPA, vão levar a efeito no Polo Tecnológico de Lisboa, de 23 a 26 de Novembro de 2012 o evento Proteção 2012, que integrará o Segundo Congresso Português de Proteção Contra Radiações e o Terceiro Congresso de Proteção Contra Radiações dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa.
    Dada a importância da Proteção Contra Radiações em todo o mundo mas no caso a que o evento diz respeito à Comunidade dos Povos de Expressão Oficial Portuguesa e também com o intuito de darmos o luzimento desejável ao evento referido, Proteção 2012, permitimo-nos solicitar a V.Exas o favor de que tal seja dado conhecimento, se possível à Comunidade Portuguesa da Índia eventualmente interessada de participar no evento PROTEÇÃO
    Certo da boa atenção dispensada a iniciativas estruturais visando o tecido científico fomentador duma melhoria das condições emergentes da aplicabilidade das radiações e ou seus efeitos, subscrevo-me com os meus protestos de elevada consideração.
    O Presidente da Sociedade Portuguesa de Proteção Contra Radiações
    João José Fausto Quintela de Brito

    (Investigador Científico)

22 de Setembro de 2011

FÍSICA ATÓMICA
PREFÁCIO À EDIÇÃO PORTUGUESA

A Fundação Calouste Gulbenkian, que de forma tão rele­vante como criteriosa tem dado notável incremento à actividade científica em Portugal, tomou recentemente uma iniciativa digna do maior louvor : para suprir a extrema pobreza da nossa biblio­grafia científica, está a promover a tradução de livros que têm por autores alguns dos mais insignes mestres dos nossos dias, e propõe-se patrocinar também a publicação de obras de autores portugueses.
Assim poderá deixar de ser humilhante a dependência de obras em língua estrangeira, imposta a quem entre nós, por obrigação ou devoção, quiser entregar-se a leituras de carácter científico. Considerá-la humilhante não é, de modo nenhum, esquecer que em toda a parte os obreiros da cultura e da inves­tigação têm de consultar inúmeros trabalhos em várias línguas. São porém em número insignificante os tratados e os livros de texto, que se publicam em Portugal. São até raras, mesmo muito raras, as simples obras de vulgarização através das quais poderiam ser conhecidos o enunciado e as linhas mestras dos problemas científicos do momento, facto muito pouco lisonjeiro se o tomar­mos como índice do nível de instrução da nossa gente.
Ora esta situação é certamente humilhante, e, além disso, causa graves embaraços aos nossos estudantes universitários. Para um bom rendimento do seu trabalho, conviria que eles pudessem recorrer a um número não muito restrito de obras de base escritas em português. Por elas orientariam o seu estudo, embora se servissem, com maior ou menor frequência, de livros estrangeiros que lhes permitiriam esclarecer ou alargar as suas ideias. O que porém sucede é que quase sempre só estes livros se oferecem como instrumentos de trabalho a quem, por exemplo, pretender estudar Física de nível universitário.
Todos aqueles que até hoje se têm preocupado e arreliado com este estado de coisas sentem-se imensamente gratos e reju­bilam pelo facto de a Fundação ter a dirigi-la quem, sendo dotado da acuidade necessária para notar a deficiência, acertadamente procura eliminá-la.
Pelo que respeita à Física, a iniciativa inaugura-se com a obra de Max Born, Física Atómica, cuja tradução foi entregue à pena adestrada e competente do Dr. Egídio Namorado.
O autor é um dos pioneiros da Física moderna. De colabo­ração com os seus assistentes Heisenberg e Jordan, criou a Mecânica das matrizes que, logo de início, deu à moderna Mecâ­nica Quântica a estruturação lógica própria de um edifício sólido, capaz de desafiar preconceitos baseados em princípios tradicionais, certamente muito respeitáveis, mas cuja validade teve de ser restringida para que a Física pudesse progredir. A Max Bom, e só a ele, se deve a descoberta do significado da misteriosa função de onda que, nos trabalhos de Schrõdinger e de outros criadores da moderna Mecânica Quântica, aparecia como inter­mediário muito prestável através do qual se tornava cómoda a determinação dos valores próprios da energia e de outras gran­dezas físicas de um sistema quântico •, mas, determinados estes valores próprios, a função, por assim dizer, desaparecia como se nada tivesse com a questão. Foi Max Born quem, descobrindo o seu significado, revelou um dos aspectos fundamentais da Mecânica Quântica, o seu intrínseco caracter estatístico, e assim abriu caminho para a interpretação da famosa Escola de Copenha­gue, interpretação que, apesar da relutância que alguns nomes célebres tiveram e continuam a ter em aceitá-la, ainda hoje é a única que oferece caminho livre de embaraços. O prémio Nobel da Física, partilhado em 1954 por Born e Bothe, teve a motivá-lo, pelo que respeita a Born, as ideias novas e fundamentais com que ele contribuiu para o progresso da Mecânica Quântica e, nomeadamente , a sua interpretação estatística da função de onda.
Mas o brilhante talento do ilustre Físico não se confinou  dentro dos fundamentos da Mecânica Quântica. Pelo contrário, expandiu-se nalguns dos capítulos mais importantes da Física que, nova ou renovada, surgiu e se desenvolveu depois do pri­meiro quartel deste século. A Física de cristais, a teoria dos calores específicos, etc., são assuntos em que Max Born fez escola de assinalado renome. Algumas das suas contribuições, apesar de elaboradas há mais de trinta anos, adquiriram ainda maior interesse depois que a Física do estado sólido cresceu e atingiu o predomínio que hoje tem como campo de investigação de natureza teórica e como promessa de largas e proveitosas apli­cações.
Cientistas da craveira de Max Born não têm, em regra, possi­bilidade de se dedicar senão às tarefas próprias da sua actividade como investigadores. Sob este aspecto porém Max Born é uma brilhante excepção. Prova-o a sua excelente «Optik», que depois se transformou na ainda mais excelente «Principies of Optics», preparada de colaboração com E. Wolf. Prova-o também a pre­sente obra que, publicada inicialmente em alemão, apareceu três anos depois, isto é, em 1936, como obra inteiramente nova quando

    autor se refugiou na Grã-Bretanha. Desde então teve várias edições, algumas reimpressas e todas elas cuidadosamente pre­paradas; e para que a última, da qual se fez a tradução, ficasse perfeitamente actualizada pelo que respeita às reacções nucleares, o autor recorreu à colaboração de um consagrado especialista,

Dr. R. J. Blin-Stoyle.
Congratulo-me pelo facto de a Fundação Calouste Gulbenkian ter assim iniciado a sua prestimosa iniciativa. Creio que deste modo presta significativa homenagem a um eminente obreiro da  Física moderna, o qual ainda hoje , ultrapassados já os oitenta anos de idade, continua a dar frequentes provas da vivacidade do seu espírito. Creio ainda que interpreto o sentir de todos os Físicos portugueses associando-me a esta homenagem e felicitando quem a promoveu.
( Com a devida vénia  do livro FÍSICA ATÓMICA de Max Born, edição da Fundação Calouste Gulbenkian. Tradução de Egídio Namorado do original inglês “ ATOMIC PHYSICS” Max Born Seventh Edition, 1962 BLACKIE & SON  LIMITED; London-Glasgow e Prefácio de João Almeida Santos)

    A actividade humana nas suas múltiplas ações, pressupõe sempre um risco. Quando se inicia o processo natural de contestação, não se pode o mesmo refutar simplesmente. Tem de se prudentemente analizar o problema suscitado, procurando-se minimizar todas as consequências, sem desconhecer que as aplicações quer em Medicina Nuclear, quer em toda a vasta atuação humana,jamais se poderão pôr de lado. A ciência deverá sim procurar utilizando o método científico, solucionar em nome da Humanidade e respeitando o Direito do Ambiente na sua expressão plena, resolver os problemas graves suscitados.A Fundação Calouste Gulbenkian, teve o singular e louvável mérito de iniciar a publicação de livros científicos em Portugal. Não os tinhamos para estudar...Recordo um dos primeiros, senão o primeiro, a "Física Atómica" de Max Born, traduzido por Egídio Namorado e prefaciado pelo meu saudoso Mestre Almeida Santos.

24 de Setembro 2011

A vida atual determina mercê de vários problemas sociais, religiosos e outros, medidas que fazem socorrência de métodos e disponibilidades, que permitem minimizar as ameaças crescentes. A aplicação de métodos específicos que permitem o exame imagiológico dos utentes da via aerea, por exemplo, implica necessariamente uma Cultura Radiológica profunda e adequada. É pois necessário vir-se a encarar este "Patamar" de atividade, como dos mais urgentes.

A vida atual determina mercê de vários problemas sociais, religiosos e outros, medidas que fazem socorrência de métodos e disponibilidades, que permitem minimizar as ameaças crescentes que podem contribuir para um risco associado. A aplicação de métodos específicos que permitem o exame imagiológico dos utentes da via aerea, por exemplo, implica necessariamente uma Cultura Radiológica profunda e adequada. É pois necessário vir-se a encarar este "Patamar" de atividade, como dos mais urgentes.

Alpha Mummy: Are the French trying a sneaky classroom mobile ban? Mobile telephones are to be banned fEvidently that this problem must be considered urgently. "Children should not place computers on their laps while they are using wireless internet connections because of potential health risks, according... "
However it is necessary consider the reasons urgently

Warning on wi-fi health risk to children - Telegraphwww.telegraph.co.uk

    Children should not place computers on their laps while they are using wireless internet connections because of potential health risks, according to a leading Government adviser.

http://citizensforsafetechnology.com/about-cst,1,0

quinta-feira às 22:12

www.youtube.com

Wi-Fi in Schools: Testing for Microwave Radiation Dangers in the Classroom

Fontes de Microondas

www.plasma.inpe.br

Fontes de microondas de alta potência devem satisfazer condições estritas para serem aplicadas nos mais diversos ramos de pesquisa, tais como, aquecimento de plasmas termonucleares, tratamento de materiais, processos químicos envolvendo plasmas, aplicações em radar e aceleração de partículas.

Da História do Mundo, com a devida vénia

Da "História do Mundo" com a devida vénia.

Calendário Histórico

1600: Giordano Bruno queimado

"No dia 17 de fevereiro de 1600, Giordano Bruno foi queimado vivo no Campo dei Fiori, em Roma, sob acusação de heresia e blasfêmia.

Giordano Bruno

"Posso ter sido qualquer coisa, menos blasfemador." Esta frase teria sido dita por Giordano Bruno no dia de sua execução. Em 17 de fevereiro de 1600, ele foi queimado vivo no Campo dei Fiori, em Roma, onde é relembrado desde 1899 por um monumento.

Ao contrário de Galileo Galilei (1564–1642), Bruno negou-se a refutar a teoria do astrônomo alemão Johannes Kepler (1571–1630) de que a Terra girava em torno do Sol. Além disso, por ser padre e teólogo, suas heresias e dúvidas, em relação à Santíssima Trindade, por exemplo, partiam de dentro da Igreja e foram interpretadas como um ato de insubordinação ao papa.

Nascido numa família da nobreza de Nola (próximo ao Vesúvio) em 1548, inicialmente chamava-se Fellipo Bruno. Aos 13 anos, começou a estudar Humanidades, Lógica e Dialética em Nápoles, no mesmo convento em que São Tomás de Aquino vivera e ensinara.

Em 1565, aos 17 anos, recebeu o hábito de dominicano, ocasião em que mudou o nome para Giordano. Ordenado sacerdote em 1572, continuou seus estudos de Teologia no convento, concluindo-os em 1575.

Fuga das autoridades eclesiásticas

Sua vida acadêmica foi marcada pela fuga constante das autoridades eclesiásticas. Lecionou em Nápoles, Roma, Gênova, Turim, Veneza, Pádua e Londres, antes de se mudar para Paris em 1584. Passou o período de 1586 a 1591 em Praga e nas cidades alemãs de Marburg, Wittenberg, Frankfurt e Helmstedt, onde escreveu a que é considerada sua principal obra: Sobre a associação de imagens, os signos e as idéias.

Apesar das advertências de amigos, voltou para a Itália em 1591, convicto de que na liberal Veneza não cairia nas garras da Inquisição. Mas logo foi preso e levado para Roma, onde passou seu últimos anos na prisão.

Giordano Bruno teria caído numa armadilha ao retornar à Itália. Na Feira do Livro de Frankfurt de 1590, uma dupla de livreiros a serviço do nobre veneziano Giovanni Mocenigo o teria convidado a ir a Veneza ensinar Mnemotécnica, a arte de desenvolver a memória, na qual era um perito. Pouco depois de sua volta, desentendeu-se com Mocenigo, que o trancou num quarto e chamou os agentes da Inquisição.

Encarcerado na prisão de San Castello no dia 26 de maio de 1592, seu julgamento começou em Veneza, foi transferido para Roma em 1593 e chegou à fase final na primavera de 1599. Durante os sete anos do processo romano, Bruno negou qualquer interesse particular em questões teológicas e reafirmou o caráter filosófico de suas especulações.

Essa defesa não satisfez os inquisidores, que pediram uma retratação incondicional de suas teorias. Como se manteve irredutível, foi condenado devido à sua doutrina teológica de que Jesus Cristo era apenas um mágico de habilidade incomum, que o Espírito Santo era a alma do mundo e que o demônio seria salvo um dia.

Ao ouvir sua sentença, a 8 de fevereiro de 1600, teria dito aos juízes: "Vocês pronunciam esta sentença contra mim com um medo maior do que eu sinto ao recebê-la".

Contribuição intelectual decisiva

A Congregação do Santo Ofício, presidida pelo papa Clemente 8 (1592–1605), ainda concedeu ao "herege impertinente e pertinaz" oito dias de clemência para um eventual arrependimento.

A capitulação de Bruno teria um forte efeito propagandístico num ano da "graça" como o de 1600. Mas ele preferiu enfrentar a pena de morte a renegar suas idéias. Seus trabalhos foram publicados no Índex em agosto de 1603 e só foram liberados pela censura do Vaticano em 1948.

Segundo os historiadores, Giordano Bruno prestou uma contribuição intelectual decisiva para acabar de vez com a Idade Média. Morto aos 52 anos, tornou-se um mártir do livre pensamento. Ele foi vítima da intolerância religiosa típica da chamada Contrarreforma, a batalha travada pela Igreja Católica contra a Igreja Reformada.

O martírio de Giordano Bruno em 1600, seguido do julgamento de Galileo Galilei em 1616, abriu um fosso de desconfiança entre a ciência e a religião.

Norbert Ahrens (gh)"

DW-WORLD.de Deutsche Welle

Wikipédia

A Língua Portuguesa é a identificação duma Cultura que irmana povos cuja matriz foi durante séculos comun, e que hoje seguindo o seu caminho de liberdade, têm valores que os irmana.

JQB

 

Uma Sociedade como a nossa que parece despida de valores, integrada num consumismo degradante deve procurar que uma Instituição, cujo percurso temporal foi humano, não interpretando em certas épocas verdades que não partilhava, a reforce e a ajude a reencontrar-se. Creio que à Igreja Católica, fulcro da nossa Cultura, cabe tal tarefa. (8 Novembro 2011)

A disciplina interna de cada um, a sua formação, os exemplos que a Sociedade disponibiliza, constituem a matriz que forja a integridade desejável, que não é milagre, mas que floresce em nós próprios.(15 de Dezembro de 2011)

 

É curioso que só agora, qual naufrago, se ouve dizer que o colapso do euro será uma calamidade. A nós afigura-se que a estrutura do "telhado" foi frágil demais para se ter nela encimado o euro, sem desenvolver primeiramente as estruturas devidas com o sábio respeito pelas sensibilidades das Nações que deveriam compôr de facto as estruturas primárias.(19 de Dezembro de 2011)

Andava há muito tempo para ir ao "El Corte Ingles"? Não sei se é assim que se escreve...Já lá tinha ido e senti sérias dificuldades de entar no "park"...Isto é para mim, não era das coisas mais aconselháveis, porque detesto andar às voltinhas...

É um Espaço Comercial bastante interessante. Senti no entanto que estava, no meu modesto ponto de vista, mal enquadrado no coração duma zona porventura nobre...Localizado noutro local nunca deixaria, dada a estrutura logística de ser o que é e Lisboa teria aquela zona, disponível para outro fim. Bom, sto é só o meu ponto de vista.

Ainda por cima como tinha deixado a viatura no Campo Pequeno, atrevi-me em ir de "metro". A estação do Saldanha, que demorou muito tempo a construir, é uma estação que nova, mas para pessoas da minha idade, não se torna lá muito simpática...No entanto é moderna e tem elevador no passeio, quase em frente do Banco.

Gostei de lá ir, mas fiquei mais intrigado como outras pessoas, pela sua construção naquele local. É evidente que dará para pensar aos "historiadores", quando tiverem acesso a certas pressões...

Creio que só o chamado "bairro azul" ganhou...passou a ter quase que, fora o espaço comercial, uma estação "privativa do metro"!

Lembrei-me nesse dia que um outro espaço comercial, apareceu numa zona, talvez mais apropriada, senão fosse a interessante proliferação de campos de futebol...e que só ultimamente começou a finalizar as obras. porque teria sido?

(20 de Dezembro de 2011)

http://www.publico.pt/Local/autarquia-lisboeta-em-tribunal-por-ter-autorizado-construcao-do-el-corte-ingles-em-terreno-publico-195235

(Copie este "link" e entre com ele no "browser" do seu PC)

RPI